mas é muito amor. muito.
é uma paixão que se revira, se traveste, se reveste, se desnuda.
sempre ali, a mesma, ou maior, melhor.
e vez em quando pena, mingua, entristece.
porque é amor.
muito.
é a violência que se rebela, se joga, se machuca. é paixão.
porque é muito amor que se esconde debaixo da cama.
– Ai, nem tanto, né! Com esse calorão lá fora, só um arzinho condicionado de shops pra gente se salvar, né?
– Ah, isso é!
– Mas, me conta, o que tu tem feito? Como tu tá?
(com toda aquela ânsia de amigas de longa data que se encontram por acaso, sem premeditações que normalmente não funcionam)
– Ah, nada de mais! Meu desocupada, sabe. Fiquei meio pra baixo desde o final do ano passado. Tu soube, né? O Carlos terminou comigo, guria…
– Tá, calma aí. Eu soube, vi no teu Orkut, mas nem quis perguntar, sabe. Sem querer dizer nada, amiga, mas não foi a primeira vez que ele terminou contigo, né?
– Não, né… Ele é daquele tipo, sabe, que pisa, joga fora, se arrepende. Ui, um idiota. Mas, sei lá, depois de tanto tempo. Eu fiquei pra baixo. Não tinha vontade de nada… fiquei em casa, larguei tudo. A mãe que ficou comigo, ainda mais nessa época de natal, essas coisas.
– E ele apareceu com outra, ainda, né? Eu sempre…
– Outra? Como assim?
– Ahn? Desculpa… não sei.
– Onde você viu isso? (com lágrimas)
– A Marisa que contou. Lá em Garopaba… e eu acho que tu conhece. Quer saber? Ele termina só pra aproveitar. E, depois, tu, burra, volta.
– É, eu sei… Mas tô superando isso. Não volto mais, não!
– É? Ah, a Carla me contou que tu ia no analista.
– Então! (alegria brilhando) Eu vou sim. Já faz um tempinho, sabe. Tô conseguindo superar várias coisas. No dia que o Carlos foi embora eu liguei pra ela e a gente conversou, por telefone mesmo, porque ela estava sem horário na agenda. Ai, consegui diminuir a ansiedade, a tristeza, tudo!
– Ai, que bom, amiga!
– Pois é, mas daí no começo de janeiro, sabe, semana passada. Não, retrasada, acho. Ele me telefonou. Eu não ouvi a ligação porque estava no banho. Minha mãe disse pra eu trocar o número. Ela não agüenta mais ele, nunca gostou dele e não quer mais que eu sofra. Daí no dia seguinte liguei pra analista, ai, guria, ela está de férias. Marquei com a colega dela, que atende no mesmo consultório.
– E aí? Ela é boa também?
– Ah, sei lá, é, sabe. Não tive recaída, conversei numa boa, me ajudou bastante. Mas…
– Não é a mesma coisa, né?
– Não, né… De jeito nenhum. Sei lá, fica faltando alguma coisa. Porque lá a gente se abre, conta tudo. A minha é como uma amiga mesmo, já me conhece, sabe como eu sou, como eu faço as coisas. Com essa é meio que, sei lá, tem uma coisa que fica meio no ar, sabe?
– Sei, sei… ah, mas pensa positivo, daqui a pouco ela volta!
(toca o telefone da abandonada pelo Carlos)
– Só um minutinho, é a mãe. Ela tá muito preocupada comigo!
…
Não é a mesma coisa, sabe?
Pois é, tudo isso porque estou com saudade da minha máquina de lavar roupa.
Estarei fora… Estarei longe… Estarei mais perto de mim… Mais distante que eu possa estar de tudo, de todos… Estarei cá dentro, sem perspectiva, sem chance, sem expectativa, sem ansiedade… Estarei lá, onde você não pode estar, nem estará… Estarei só, e mais perto de tudo e dela do que nunca… Estarei dentro, sem convites… Estarei de portas abertas e janelas fechadas… Estarei surda, nunca muda… Estarei.
Inside… Oh, I´m sorry! There´s nothing inside here… I never told you that? Ok, I´ll must remember next time. I know that´s difficult, but, please, trust me, it´s how the things happen. I don´t expect you to trust me again.
Não sei o que acontece que as pessoas fazem mal às outras. Não sei porque as pessoas desejam o mal àqueles a quem um dia desejaram as melhores coisas do mundo.
Não entendo porque as pessoas traem a confiança tão fielmente depositada nelas, porque se riem satisfatoriamente (será?) ao saber que alguém passa por maus momentos, tristezas e doenças.
Não sei porque as pessoas não, apenas, reconhecem o amor que alguém lhe devotou e o que aprenderam (e como isso mudou-as e as fez feliz) com esta pessoas. Não sei porque as pessoas insistem em tentar pisar os sentimentos alheios. Não sei porque as pessoas não morrerão felizes (será?) enquanto não tirarem tudo o que o outro possui, seja material ou não.
Não sei porque a maldade parece gerar tanta satisfação. Pois lhes digo que “parece”. Essas pessoas que tem tanta maldade nas suas mentes e nos seus atos e palavras não se mostram realmente satisfeitas. Nunca se satisfarão, nem com tudo, nem com muito, nem com o além.
Aliás, o além, nem lá de cima nem lá de baixo, não os deseja. Despreza-os imensamente. O entremeio aqui também não lhes devota muito ardor nem carinho.
Não sei porque uma vida (a de cada um) não lhe basta e é preciso sempre querer a vida dou outro, alimentar-se da vida do outro (ou outros), seguir-lhe os passos, os movimentos, as alegrias e tristezas para, talvez, aproveitar-se, deleitar-se.
Não sei porque (nem como!) essas pessoas sentem prazer nessa maldade desenfreada e sem limites. Prazer, ó, o prazer, que deveria ser umas das (ou a única!) coisas que é unicamente positiva! Você acredita que a maldade dê prazer? Bem, se há quem sinta isso realmente nunca experimentou o verdadeiro gozo.
Não sei porque as pessoas ficam acintosas com a sua maldade. Não sei porque estendem tentáculos desses sentimento – que é para além de desprezível. Há uma fome, uma necessidade, ambas também desprezíveis. Imaginem quantas coisas deixam de fazer, viver, experimentar, ver enquanto ficam ali, consumindo-se na sua maldade, no seu rancor, na sua vigília. Quanto amor não deixam de sentir. Amor? Não sei porque, mas desconfio que essas pessoas não sabem, de verdade, o que é isso. Seja lá qual for o tipo de amor, romântico, fraternal, amigo.
Não sei porque a maldade dessas pessoas é impossível de reverter e inverter. Destruir, trair, machucar, perseguir, aproveitar-se – isso tudo e muito mais que fazem essas pessoas – as deixa viciadas e tudo que está a volta delas vai desmanchando-se para aumentar o espaço dessa “vida”. Sim, alguns chamam isso de vida. Vicia de tal forma que tornam-se dependentes, nada pode mudá-los, creia-me.
Se o bem pode transformar-se em maldade, o contrário não ocorre.
Não sei porque nada disso que escrevi aí. Mas confesso-lhes que aprendi muito bem que isso aí tudo é muito verdade. Aprendi confiando, amando, convivendo. Conheci essas “pessoas”, elas sempre aparecem. Durmo e acordo sabendo disso e que uma vez eu me perdoei, mas que a nenhum desses cabe o meu perdão. Desses, nem Deus quer saber. Só isso me conforta.
Se aprendi da pior forma possível, ainda bem! Assim há mais chances de nunca mais errar.
Pior para os pobres viciados na maldade que vagam neste mundo… perseguindo, destruindo (ou tentando), roubando, desejando o mal irreversível…
A maldade vicia. O prazer (do bem!) e o bem, também. Cabe somente uma escolha. Talvez, para muitos, uma escolha difícil. Escolher a maldade é muito fácil, só se deixar levar pela primeira “raiva” momentânea, pela primeira contrariedade, pela primeira decepção, pelo primeiro desejo de superioridade contra o mais que nós.
Pois eu sempre prefiro o mais difícil. Escolher o bem é mais tortuoso, dá mais trabalho, requer perseverança. Diz lá na Bíblia, não é novidade nenhuma. Infelizmente, até essas “pessoas” lêem a Bíblia. Talvez apenas para aumentar sua maldade, quem sabe.
Não sei os motivos, nem me interessam. Não pratico, não posso falar a respeito.
Se eu fosse mais cristã, teria pena e rezaria. Mas isso é demais pra mim.
E, se pensarmos bem, há muitos vícios interessantíssimos por aí… cabe escolher.
Sei que raramente, quase nunca, uso citações. Porém, deixarei aqui a reflexão de algo que as minhas palavras não alcançam…
“Ele, o ladrão cínico, adorava o mar. O seu temperamento vivaz, ávido de impressões fortes, não se fartava nunca de contemplar aquela imensidade livre e majestosa.
…
Quando estava no mar, uma emoção profunda e duradoura brotava-lhe do fundo do ser, extasiando-lhe a alma e livrando-o até certo ponto das indignidades da sua vida. Gostava daquela impressão, e sentia-se bem entre o céu e as ondas, nessa amplidão ilimitada onde os pensamentos perdem toda a sua maldade e até a vida perde o seu valor.” – Gorki, in Tchelkache.
Só um russo para traduzir-me fielmente em palavras. Só um russo para dizer, ou escrever, como queiram, aquilo que eu não consigo.
Já que escrevi tanto sobre a peripécia de ir ao litoral na temporada, hoje me dei um desconto e publicarei o post parte II.
As Pessoas
Uma das minhas favoritas e a mais divertida. Se você parou pra reparar mais detidamente nisso alguma vez, vai lembrar do que eu vou escrever.
Sempre tem a tia gorda. Tente não rir quando ela colocar o maiô (meus queridos, se a sua tia gorda resolver usar biquíni, tente não passar mal!). Ela come demais, incomoda demais, ronca tão alto que acorda todo mundo, fala mal de tudo e de todos, sua às bicas, reclama do calor a cada três minutos, ocupa espaço demais em todos os lugares, não cabe na cadeira de praia e te faz passar a maior vergonha.
Tem o tio beberrão. É, ele bebe demais. É metido a tudo e mais um pouco. Mas, na verdade, não faz nada! Não cozinha, não ajuda na louça, não arruma a antena, não varre, não leva as cadeiras pra praia, não sabe nem colocar o guarda-sol na areia! Mas tudo ele pega e fica dando discurso de como fazer. E dali um pouco ninguém mais sabe onde ele se enfiou. Procure onde estão as cervejas, lá estará ele, sorvendo aquela coisa fedorenta e quente, babando e suado, sem camisa, é claro, e de bermudão. Faz piada machista com os rapazes sobre as moças que passam, e mal repara nas mulheres da casa, nem quando elas colocam a comida na mesa. Ele só bebe, bebe, bebe, também te faz passar vergonha e você ainda tem que ficar de olho pra saber onde ele está quando teu pai te perguntar.
O pai. Ele pode estar de férias, ou só aparecer nos finais de semana porque estará trabalhando durante a semana na cidade (a paz dele!). Ele chega na sexta-feira à noite, cansado, cheio de compras dos supermercados e tal que a tua mãe mandou trazer, só quer sentar um pouco e descansar. Aí ele pode ser aquele metido a garotão que adora pegar onda, fica o dia inteiro com a pentelhada na areia e no mar, dá umas palmadas na bunda da tua mãe com um sorriso maroto; ou ele já é mais conformado com a vida, mal vai até a beira do mar, fica em casa, destravando uma porta, limpando o terreno, tirando limo do telhado, procurando parafuso de determinado tamanho, fica quieto a maior parte do tempo e só quer se sujar de graxa arrumando o carro.
A mãe! Se você está de férias, na praia, aproveitando muito, sua mãe parece que está no cume do estresse. Tudo ela grita, ela vive na cozinha fazendo comida para aquele bando de esfomeados, às vezes vai à praia e não te deixa passar da água na cintura, além de ficar bronzeada demais e você ficar com ciuminho dela. Você ainda criança não vai entender porque de vez em quando ela vai deixar de ir pra praia (depilação? Menstruação? O que é isso?). A mãe vai cansar tanto e garanto que sonha com o fim das férias pra ela voltar pra tranqüilidade dos filhos na escola, das tias no interior, do marido no trabalho e da casa arrumada e limpa por mais tempo.
Os irmãos. Vão incomodar, vão te fazer companhia nos jogos na rua e na praia, vão fazer aquelas brincadeiras idiotas no mar e você poderá ficar traumatizado pelo resto da vida. Ou seja, irmãos, sempre os mesmos.
Os primos. Bem, se eles vierem do interior e não tiverem o costume de ir pra praia você terá que explicar algumas coisas e garanta uns momentos pra passar muita vergonha. Comece explicando como se vestir no verão na praia e para ir pro mar. Já será um passo e tanto! Não pense, em nenhum momento, na privacidade e não seja egoísta. Você vai ter que dividir tudo mesmo e não tem jeito. Sabe aquela tua bóia favorita? Pois é, eles vão pedir emprestada. Mas, se eles estragarem (aliás, esse risco é real e acontece com bastante freqüência), você tem todo direito de despertar a sua ira (olha os pecados aí!) e não esquecer nunca mais o que o malandro folgado que se aproveitava da tua casa de praia fez!
Os avós! Ah, os avós! Talvez a casa de praia seja deles, antes dos teus pais terem a deles. Eles raramente irão para a casa, talvez porque quase não tenha mais espaço para eles, ou porque eles já cansaram de tanta gente por lá. Mas quando ele forem será uma festa! Tua avó fará aqueles doces inesquecíveis e deixará você fazer tudo o que quiser! Teu avô te levará pro mar e você vai engolir tanta água que aprenderá a não temer aquelas ondas gigantes.
Você está na praia, mas irá para o mar!
A ida ao mar, tão esperada
Prepare-se, muita coisa poderá acontecer. As mais divertidas e engraçadas virão das pessoas desacostumadas a ir para a areia da praia. Creia-me, o riso poderá levá-lo às lágrimas, ou até ao banheiro.
Veja bem algo com o que você poderá se deparar à beira mar. Sim, eles são do interior do interior (Paraná!).
Não tive tempo para ver o que surgiria daquela armação. Até um senhor no andador iria abrigar-se ali. Será que conseguiram?
Coisas assim proliferam na areia da praia. E você poderá protagonizar uma dessas!
Aproveite e leve tudo o que você tiver em casa para o mar. Mas, por favor, tente fazer as crianças entenderem que é melhor cada coisa num dia, senão o cansaço de levar tudo (e nem sempre tudo vai voltar, depois você vai procurar e perceber que alguém perdeu) vai te desanimar. Leve a bóia tipo pneu, a bóia de braço e de cintura para os pequenos, os óculos de natação dos rapazes, os pés de pato para os mais metidos, o bote inflável (que só lá na hora você vai perceber que está furado e terá que trazer aquele trambolho de volta sem tê-lo usado), o caiaque da mais velha que ela nunca usa, as cadeiras e cadeiras, as esteiras, as kangas, os guarda-sóis multicoloridos. Ou alugue uma coisa horrorosa de baleia na beira da praia, a moda pegou faz anos. Nunca esqueça de levar um lugar seguro para guardar a chave da casa. Isso evitará transtornos, brigas e acusações na volta quando todos ficarem pra fora, sedentos e queimados.
Vai uma baleia aí? Como se não tivesse baleias (em todos os sentidos!) demais numa praia!
Aliás, use protetor solar nas crianças e velhos. Os rapazes não usarão nada para provar que são homens. As moças e mulheres vão ficar grudando e escorregando de tanto bronzeador. Permita-se uma vez ao ano tomar aquela tostada pelo sol, bem camarão. Todos precisam disso. Não dê ouvidos àquelas chatas branquelas que dizem preferir um fator 1000 porque não gostam de sol, é só dor de cotovelo, pois nem se passassem um ano inteiro no sol ficariam bronzeadas. Não ria da tua irmã, ou da tua tia, que vai passar os primeiros dias na laje (ou no quintal mesmo) rezando e passando bronzeador antes de criar coragem para sair de casa de biquíni. Isso pode ferir a auto-estima da pobre coitada.
Os biquínis e maiôs são peça importante, mas felizmente tem ganhado mais variações do que antigamente. Lembra aquelas asa deltas que pareciam querer alcançar os ombros delas? Dizer que a Adriane Galisteu usava aquelas coisas e se achava o máximo! Hoje eu fico bem satisfeita ao ver que não há uma ditadura sobre isso. A moda tem feito escravas em algumas temporadas. É a moda o cortininha: enjoa ver todas com isso. É a moda o de lacinho: vão todas na mesma onda. É um saco. Eita falta de criatividade. Hoje já é mais possível ver todos os modelos de maiôs e biquínis convivendo pacificamente. E não fique perguntando ou reparando nas moças que preferirem usar shorts. Elas têm lá seus motivos!
E os rapazes? Me digam o que aconteceu que eles hoje usam essas bermudas horríveis até abaixo do joelho? Desconhecem o prazer de uma coxa bronzeada? Fica aquelas coisa comprida, molhada, grudenta.
Eu sou da época que homem só usava sunga. Isso mesmo, sunguinha, meu povo. Coisa mais linda!
Reparem no comprimento das bermudas. Coxa branca é coisa de curitibano, please!!
Não me perguntem o que o rapaz da direita está gesticulando. Mas, rapazes, por que esse medo de usar sunga? E, assim, pode de quase todas as cores. Se for branca, dependendo, pode ficar bem estranha. Mas se você está seguro de si, use! As cores cinza, marrom, preta sempre acertam. Bonitas são as vermelhas, verdes, azuis. Amarela não, né, porque daí é de doer. Estampadas estão fora da lista se forem aquelas estampas de caveira, skate, letras. E não peçam opinião para a mãe, hein! Lembra de quando você era criança e vestia você? Então, não preciso dizer mais nada. Não conheço rapaz feliz que tenha continuado a usar o tipo de roupa que a mãe mandava usar.
Bermuda na beira da praia: isso tem que ter fim!
Um adendo para as mulheres: não usem jóias, nem bijus, nem maquiagem, nem perfume, por favor! Quer atestado de brega e pobre? Vá cheia de biju, com aquela maquiagem da balada e saltão! Mas aí você vai mostrar pra todo mundo que nunca teve o costume de ir à praia. Isso é coisa pra ir pra balada ou pro trabalho, fofa! Ah, perfume serve para os homens também, nem perfume nem aqueles desodorantes mata-rato, por favor! E nem jóias, porque você vai perder e ficar lamentando o resto da vida, além da choradeira na hora pedindo pra todo mundo procurar um anel no mar!
E algo que parece estúpido dizer (mas o óbvio, né): não faça prancha (chapinha, sei lá) nos cabelos para ir para a praia! Escreva na testa, se for o caso: sou uma poita!
Quem tem o costume sabe que roupa pra praia é só pra praia, você nunca vai usar em outras ocasiões. Aquele vestidinho, saída de praia, short, bermuda, camiseta, só irá para e praia e ponto. Aliás, uma camiseta é sempre bom, porque com vento dá frio na hora que sai da água. A água salgada do mar impregna e por isso não se usa roupas, toalhas e utensílios que vão para a praia para outras ocasiões.
Questão básica: não jogue lixo na praia, seja na areia, seja no mar! Isso é ignorância, falta de educação, sujeira mesmo. Parece um mundinho tão evoluído… mas passe numa praia e repare no chão. Não, meus queridos, o lixo não irá embora sozinho nem a prefeitura das cidades é obrigada a passar recolhendo. Leve uma sacola junto e recolha o seu, não custa nada levar até a lixeira mais próxima ou da sua casa!
Não é perdoável nem o lixo do foguetório. Estão ali esperando o mar levar tudo?
No mar, todo cuidado é pouco. Ouça quem já conhece mais as armadilhas que ele tem. Saiba que um milésimo de segundo é muito diante da imensidão dele. Jamais ignore placas e bandeiras. Nunca pense que pode “um pouco mais”.
A não ser que você queira uma respiração boca a boca daquele salva-vidas gostosão, respeite!
Nem saber nadar pode ser item de segurança contra o mar. Aproveite-o sem deixar que ele se aproveite de você!
Aproveite o sol, a areia, eles recarregam as energias e tiram coisas ruins.
(ufa! por incrível que pareça teremos a terceira parte! aguardem!)