Eu, pra variar!

Resolvi falar um pouco de mim. Veremos se vai dar certo.

Gosto de pia seca, sem uma gota de água. Fico ali, enxugando quantas vezes for preciso.

Me realizo ao lavar qualquer coisa. Adoro água, é verdade, mas ainda mais a sensação de ver a coisa limpa depois.

Adoro papel. Faço coleção. Guardo panfleto que tem um lado em branco pra usar o outro em anotações. Tenho pilhas e pilhas de papel em branco pela casa. Sou fissurada em blocos de anotações.

Não gosto de telefone tocando. Tenho verdadeiro trauma. Já recebi algumas das piores notícias da minha vida por telefone. E sempre acho que o telefone toca no momento impróprio, em relação ao meu humor para falar com a pessoa do outro lado da linha.

Tenho verdadeira e enorme paixão por fotos. Desde criança. Depois desenvolvi paixão pelas imagens em geral. Crio na fotografia por brincadeira e com o coração.

Não suporto paredes vazias (nem as brancas nem as de outras cores). Vou logo colando bilhetes com frases e fotos e imagens e calendários. Ou escrevo nas paredes.

Não suporto, de modo geral, o vazio. Tudo a minha volta sofre de excesso. Coisas e mais coisas.

O silêncio me perturba, me incomoda, não me deixa dormir. Mas alguns barulhos, principalmente os repetitivos, me deixam louca, completamente fora de mim.

Tenho um problema super sério de dificuldade de concentração. Uma das causas de eu faltar tanto às aulas. Não consigo sentar e prestar atenção por muito tempo, normalmente nem por pouco tempo. Aprendi a fazer mais de uma coisa ao mesmo tempo para conseguir ficar mais centrada. (como agora, TV ligada sem som, música tocando, twhirl aberto) Comer, ler alguma outra coisa, falar, pensar, essas coisas me distraem para que eu consiga me concentrar. Difícil, bem difícil. Ainda mais se tiver uma janela por perto.

Adoro olhar pela janela. Seja esta qual for.

Não gosto de futebol. De esportes em geral. Acho um gasto de dinheiro à toa. Tive discussões intermináveis com meu irmão sobre isso. A facilidade de ter um campo de futebol num bairro e a falta de uma biblioteca no mesmo lugar.

Eu não me dava muito bem com meu irmão. Segundo minha mãe éramos tão iguais. Mas eu sempre achei que éramos opostos. Vai entender.

Não posso viver sem ver o horizonte ao longe.

Tenho uma relação de cumplicidade com o mar. Nos sonhos e na vida real.

Tenho sonhos loucos (doidos, como diria um amigo que me chama de doida). Loucos mesmo, de mil e uma maneiras.

Sofro de claustrofobia assustadora. Não consigo nem colocar uma blusa com gola mais justa que começo a entrar em parafuso.

Minha memória é cinematográfica. Excepcional e detalhadíssima.

Meu pai não colocava fé em mim. Mas faz uns dois, três anos, que ele começou a colocar e eu estou adorando isso! Virou meu fã!

Eu “fugia” de casa quando criança. Saía assim, caminhando.

Aprendi que quem mais te conhece, que está mais próximo de ti é quem pode te destruir com mais facilidade. Descobri isso bem cedo na vida. (não pensem que com essas declarações aqui estarão me “conhecendo melhor”, a coisa vai mais além)

Me alegro sem sentido com as palavras. Cantadas ou faladas apenas.

Tenho uma enorme dificuldade de lidar com as pessoas. Enorme mesmo. Sem razão, sem solução. Convivo com elas por necessidade, obrigação e com algumas bem poucas por prazer!

Tenho desejos. Desejos de grávida! (como dizem, afinal não sei como é!) Do nada, os mais insensatos, impossíveis, estranhos ou doidos (já que sou doida, né). E deixo algumas pessoas de cabelo em pé para realizá-los (ou por não realizá-los).

Não sei deixar nada para depois.

Tenho um excelente humor. O único problema é que ele muda constantemente. Isso também desespera as pessoas à minha volta!

Eu me divirto com coisas à toa!

Não gosto de notícias.

Tenho vontades inconfessáveis! (como a de matar por prazer! Ih, confessei…)

Mania de organização é comigo mesma, nem consigo sair de casa sem que esteja tudo no lugar.

Moro sozinha porque gosto, porque tenho dificuldade de conviver com os outros e por algum outro motivo que não me ocorre agora.

Adoro funcionalidades, modernidades, praticidades!

(já estou me distraindo, tomei banho enquanto escrevia este texto, pensando no que mais escrever, metade deixei debaixo do chuveiro)

Já perdi tantas pessoas que aprendi a me desapegar, mas aprendi ainda mais que valor se dá pra quem merece.

Sou sincera. Conheço apenas uma pessoa que admira essa minha sinceridade excessiva.

Não faço uso de meias palavras. Prefiro não perder tempo descobrindo se a pessoa é boa entendedora, já dou de sola com as palavras inteiras mesmo.

Vivo melhor com flores, bem coloridas. Rosas acima de todas. Mas tulipas e gérberas estão na lista.

Gosto de todas as estações do ano. Carinho especial pela Primavera (pelas flores e pela luz) e pelo Verão (sol! praia! férias!). O Outono não tem personalidade, não sou fã de nada que não tenha personalidade. Mas, acima das preferências, adoro variar! Gosto das estações bem definidas!

Mudar é essencial na vida.

Sei cozinhar muito bem. Salgados. Doces não. Tenho uma teoria, cabeças exatas cozinham bem doces, cabeças passionais cozinham bem salgados. Doces necessitam de “ponto”, salgados são mais intuitivos.

Adoro uma bobagem! Detesto besteiras!

(agora vou fazer alguma outra coisa porque já passei uns dez minutos só escrevendo e minha cabeça começou a ir para outros lugares, o corpo precisa acompanhá-la! Prometo continuar!)

Ah, uma última… sempre cumpro minhas promessas!

E sei falar muito bem de mim. Fiz auto-análise na adolescência, culpa dos livros de Psicologia de papi.

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