Eu, pra variar II

Aquilo que faz sucesso, a gente reprisa! (coisa que não acontece com os erros de arbitragem na Copa!)

Já que recebi tantos comentários sobre algumas coisas que escrevi aqui, retomo o narcisismo! Aproveitem!

Me dou bem com leoninos, geminianos e aquarianos (necessariamente nesta ordem), piscianos é complicado, depende muito (tem uns que são muito fora da realidade, né!). Não me dou nem um pouco bem com cancerianos, arianos e capricornianos (necessariamente nesta ordem).

Sou supersticiosa.

Comigo o santo bate de cara, na hora. Não tem essa de ir “construindo” uma relação.

Sou cruel. Muito cruel.

Sou viciada em pintar as unhas! (desde os doze anos, só dei uma parada nos cinco de graduação, prioridades…)

Não dou satisfações, não peço autorização.

Tenho pavor que me peçam “desculpa”. Não faz, fez, não adianta pedir desculpa.

Sempre fui desobediente.

Me divirto e gosto de soltar pum! (essas declarações estão indo longe demais!)

Um bacardi com soda, geladinho, me deixa nas nuvens!

Adoro dar e receber presentes!

Me irrito comigo mesma.

Adoro coleções! Bolsas e esmaltes são os favoritos.

Não me peçam para fazer escolhas. Entre “a” e “b” sempre peço a opção a e b!

Aprendi a costurar e bordar com a minha avó. Só tenho o problema da dificuldade de atenção para levar alguma coisa adiante.

Não suporto ficar sentada em sofá, vou logo me espichando.

Sinto falta de alguém para cuidar das coisas práticas da vida. (isso vale um post)

Amo mudanças. De tudo, sempre. Mudo móveis constantemente (desde criança!). (isso também vale um post!)

Fui uma criança muito “dada”, super carinhosa. Hoje mal consigo dar um abraço nas pessoas. Coisas da vida.

Amo sentir o corpo cansado e suado. É uma sensação de vida!

Tenho uma admiração especial pela Marilyn Monroe. Meu vestido de formatura é uma réplica do dela do filme “the seven years itch”, aquela cena que a saia levanta com o vento do metrô.

Descobri quando pequena que amo ler. Eram os livros me fazendo companhia. Mas na graduação li menos do que queria, muita coisa por obrigação e acabei perdendo um pouco o prazer de ler.

Disso acho que veio minha paixão por escrever.

Falo demais, sempre. As pessoas param de me ouvir sem querer! Escrevo demais, falo demais…

Amo excessos!

Não gosto de paulistas, no geral. Tenho aí umas duas, três exceções.

Sou chata.

Atraio pessoas “malas”. Indiscutivelmente. Eu tinha a piada que devia ter cara de bagageiro, pra atrair tanta mala.

De vez em quando me saio com o: coisas da vida.

Não sei guardar segredos! Me conte um… mas me queimo pra repassar!

Sou uma pessoa confiável! (hehe)

Sou o tipo de pessoa “pau pra toda obra”. O que me acarreta problemas incríveis. Culpa minha, é claro.

Não sei dizer não para um convite que me leve “além”.

Adoro comer! Tenho que me cuidar pra não engordar demais. Por mim nem me preocupava com isso. Mas, né, taí a saúde que pede atenção.

Tenho vários relógios e calendários pela casa. Mas sou a pessoa mais desligada! Não sei que dia é hoje. Não me importo com horários, sempre chego atrasada!

E tem uma coisa que quem me conhece mais de perto diz de mim (e eu sei que é verdade): penso, sempre, o pior das pessoas (e das coisas). Tenho uma mente mais cruel que eu para isso e muito eficiente.

(a mente cruel aqui começou a trabalhar, então vou me entreter com os esmaltes e o MSN antes de me estirar para mais um filme, beeeem romântico! Ah, não falei que adoro filmes românticos com homens interessantes? Pois é… nessa noite até sonhei com o Benício Del Toro… depois de ter assistido “Things we lost in the fire” prometi pra mim mesma que no meu longa de estréia, do qual já tenho roteiro, ele será protagonista!)

Eu, pra variar!

Resolvi falar um pouco de mim. Veremos se vai dar certo.

Gosto de pia seca, sem uma gota de água. Fico ali, enxugando quantas vezes for preciso.

Me realizo ao lavar qualquer coisa. Adoro água, é verdade, mas ainda mais a sensação de ver a coisa limpa depois.

Adoro papel. Faço coleção. Guardo panfleto que tem um lado em branco pra usar o outro em anotações. Tenho pilhas e pilhas de papel em branco pela casa. Sou fissurada em blocos de anotações.

Não gosto de telefone tocando. Tenho verdadeiro trauma. Já recebi algumas das piores notícias da minha vida por telefone. E sempre acho que o telefone toca no momento impróprio, em relação ao meu humor para falar com a pessoa do outro lado da linha.

Tenho verdadeira e enorme paixão por fotos. Desde criança. Depois desenvolvi paixão pelas imagens em geral. Crio na fotografia por brincadeira e com o coração.

Não suporto paredes vazias (nem as brancas nem as de outras cores). Vou logo colando bilhetes com frases e fotos e imagens e calendários. Ou escrevo nas paredes.

Não suporto, de modo geral, o vazio. Tudo a minha volta sofre de excesso. Coisas e mais coisas.

O silêncio me perturba, me incomoda, não me deixa dormir. Mas alguns barulhos, principalmente os repetitivos, me deixam louca, completamente fora de mim.

Tenho um problema super sério de dificuldade de concentração. Uma das causas de eu faltar tanto às aulas. Não consigo sentar e prestar atenção por muito tempo, normalmente nem por pouco tempo. Aprendi a fazer mais de uma coisa ao mesmo tempo para conseguir ficar mais centrada. (como agora, TV ligada sem som, música tocando, twhirl aberto) Comer, ler alguma outra coisa, falar, pensar, essas coisas me distraem para que eu consiga me concentrar. Difícil, bem difícil. Ainda mais se tiver uma janela por perto.

Adoro olhar pela janela. Seja esta qual for.

Não gosto de futebol. De esportes em geral. Acho um gasto de dinheiro à toa. Tive discussões intermináveis com meu irmão sobre isso. A facilidade de ter um campo de futebol num bairro e a falta de uma biblioteca no mesmo lugar.

Eu não me dava muito bem com meu irmão. Segundo minha mãe éramos tão iguais. Mas eu sempre achei que éramos opostos. Vai entender.

Não posso viver sem ver o horizonte ao longe.

Tenho uma relação de cumplicidade com o mar. Nos sonhos e na vida real.

Tenho sonhos loucos (doidos, como diria um amigo que me chama de doida). Loucos mesmo, de mil e uma maneiras.

Sofro de claustrofobia assustadora. Não consigo nem colocar uma blusa com gola mais justa que começo a entrar em parafuso.

Minha memória é cinematográfica. Excepcional e detalhadíssima.

Meu pai não colocava fé em mim. Mas faz uns dois, três anos, que ele começou a colocar e eu estou adorando isso! Virou meu fã!

Eu “fugia” de casa quando criança. Saía assim, caminhando.

Aprendi que quem mais te conhece, que está mais próximo de ti é quem pode te destruir com mais facilidade. Descobri isso bem cedo na vida. (não pensem que com essas declarações aqui estarão me “conhecendo melhor”, a coisa vai mais além)

Me alegro sem sentido com as palavras. Cantadas ou faladas apenas.

Tenho uma enorme dificuldade de lidar com as pessoas. Enorme mesmo. Sem razão, sem solução. Convivo com elas por necessidade, obrigação e com algumas bem poucas por prazer!

Tenho desejos. Desejos de grávida! (como dizem, afinal não sei como é!) Do nada, os mais insensatos, impossíveis, estranhos ou doidos (já que sou doida, né). E deixo algumas pessoas de cabelo em pé para realizá-los (ou por não realizá-los).

Não sei deixar nada para depois.

Tenho um excelente humor. O único problema é que ele muda constantemente. Isso também desespera as pessoas à minha volta!

Eu me divirto com coisas à toa!

Não gosto de notícias.

Tenho vontades inconfessáveis! (como a de matar por prazer! Ih, confessei…)

Mania de organização é comigo mesma, nem consigo sair de casa sem que esteja tudo no lugar.

Moro sozinha porque gosto, porque tenho dificuldade de conviver com os outros e por algum outro motivo que não me ocorre agora.

Adoro funcionalidades, modernidades, praticidades!

(já estou me distraindo, tomei banho enquanto escrevia este texto, pensando no que mais escrever, metade deixei debaixo do chuveiro)

Já perdi tantas pessoas que aprendi a me desapegar, mas aprendi ainda mais que valor se dá pra quem merece.

Sou sincera. Conheço apenas uma pessoa que admira essa minha sinceridade excessiva.

Não faço uso de meias palavras. Prefiro não perder tempo descobrindo se a pessoa é boa entendedora, já dou de sola com as palavras inteiras mesmo.

Vivo melhor com flores, bem coloridas. Rosas acima de todas. Mas tulipas e gérberas estão na lista.

Gosto de todas as estações do ano. Carinho especial pela Primavera (pelas flores e pela luz) e pelo Verão (sol! praia! férias!). O Outono não tem personalidade, não sou fã de nada que não tenha personalidade. Mas, acima das preferências, adoro variar! Gosto das estações bem definidas!

Mudar é essencial na vida.

Sei cozinhar muito bem. Salgados. Doces não. Tenho uma teoria, cabeças exatas cozinham bem doces, cabeças passionais cozinham bem salgados. Doces necessitam de “ponto”, salgados são mais intuitivos.

Adoro uma bobagem! Detesto besteiras!

(agora vou fazer alguma outra coisa porque já passei uns dez minutos só escrevendo e minha cabeça começou a ir para outros lugares, o corpo precisa acompanhá-la! Prometo continuar!)

Ah, uma última… sempre cumpro minhas promessas!

E sei falar muito bem de mim. Fiz auto-análise na adolescência, culpa dos livros de Psicologia de papi.

Colonos do Novo Mundo

Tem uma piada que fala dos japoneses. Um deles viaja e quando volta alguém pergunta: e aí, como foi a viagem? Ao que ele responde: não sei, ainda não vi as fotos. (ou “revelei”, lembrando das analógicas)

Isso me levou a pensar nas pessoas que hoje em dia viajam e passam um tempão postando fotos nas redes sociais da vida. Quando voltam, da experiência sublime que é ver o outro pouco sabem dizer.

E o que mais me choca é o anseio pelo “velho” mundo! Ó colonialismo que nunca nos abandonará! Dá-lhe Europa. As pessoas mais críticas, as mais estudadas, o povo das universidades… não podem deixar de fazer mestrados, doutorados e viagens de folga, onde? Europa, é claro. E a Europa mais óbvia, sim, Londres (parece que só existe isso na Inglaterra toda), Itália, França. Nem ao Leste Europeu chegam.

E são essas pessoas que aqui, ali no intelectualismo das nossas esquinas, pregam a valorização da cultura brasileira, dos nossos autores, do nosso povo, e blá blá blá. Babacas, isso sim.

Velha ignorância brasileira. Povinho medíocre. O que vem de fora é melhor, lá fora é sempre melhor que aqui. Não entendo porque continuam aqui. Além de vermos as fotos, já reparou o papinho chato desse povo quando volta? Ah, quinto mundo… Ah, educação…

Está aí a Copa que não nos deixa fugir. Os times europeus é que são os melhores. Quando Paraguai, Uruguai, Argentina ganham, aí é surpresa, zebra. Itália? Fiasco. França? Escândalos. Inglaterra? Ausente. Alemanha? Vergonha.

Mas, enquanto esse povinho aqui preferir ir aos EUA pra fazer cursinho de inglês e ser garçonete nas férias ou ir “pras oropa” tirar foto da Torre Eiffel ou do Big Ben, o país continua na velha e má colonização.

O explicável para os porcos

Uma mulher, magra, gestos tensos contidos e os olhos sempre para o chão. Um homem, doce, cadenciado, sorridente.

– O amor é inexplicável… – diz o homem com um sorriso tímido.

– Ora, não fale essas bobagens. – a mulher responde imediatamente em tom quase inaudível.

– Bobagens, minha cara, minha mais bela do mundo…

– Shiii! Não fale assim, já disse que não gosto! Por favor! – interrompe a mulher olhando para os lados.

– Acreditas, pelo menos, que me apaixonei por ti quando te vi pela primeira vez, naquela festa?

– Apaixonou, apaixonou… isso não é amor.

– Não? – o homem pula de onde estava, encostado na varanda – Não?! Ora, se apaixonar-se não é amor! É a forma mais cálida e deliciosa do amor! A mais verdadeira!

– Paixão, paixão… é disso que falas! – ela se exalta, o tom de voz fica estridente – Amor é algo digno! É da alma, não dessas… dessas… dessas coisas… dessas coisas que as pessoas fazem.

– Mas tudo isso é amor, minha bela! Tudo… nossos olhares, nossos sorrisos, nossos sonhos, nossos carinhos… – a voz doce e calma atravessa a penumbra que os separa.

– Não me chame assim! Você não sabe o que é o amor. Você pensa que as coisas mundanas e sujas são sublimes! Como pode desejo, essa coisa irresponsável e desenfreada, ser um alimento para a alma? Para duas almas! Nunca! Desejo, vontades, beijos, mãos, pés, suor… – ela estremece e baixa a cabeça tremendo.

– Você sabe que eu estou certo. – a voz agora é metálica, seca, prudente – Você nega o que lhe convém. Nega o que mais lhe atrai, o que você não consegue é fazer seu corpo negar. – a voz é um desapontamento cristalino.

O silêncio se abate na varanda. Nem o vento, nem o mar, nem vozes ao longe. Ele vira de costas para ela e lança um olhar para a escuridão. Ela, ereta, encosta-se à parede e suspira.

– Você sabe que eu te amo. Desde aquele dia eu sabia que você seria minha, e você sabe. Você viu como eu olhava pra você. Lembra quando todos íamos embora? Eu caminhava ao seu lado, ajudei você a descer a escadaria. Quando ficamos sozinhos, antes da despedida, eu segurei a sua mão. E hoje… hoje estamos aqui. Você não acredita em mim. Você reprova meus ímpetos.

– Não fale mais! Por favor! Por favor! – o rosto tenso, uma lágrima ferve.

– Eu não falarei… – a voz é dolorida, presa.

– O amor é explicável. Para vocês, que atam o amor ao que o corpo e os sentidos dizem. Para os escritores e compositores que o reduzem a “olhares” – ela coloca desprezo na voz e no rosto – e toques e essas “coisas”. É explicável o amor de vocês como o “amor” dos porcos. Cheiros, posições, contatos, corpos. Isso é bem explicável! – ela levanta a cabeça, altiva, olhos de um desprezo congelante, e sacode a cadeira com seu movimento intempestivo.

– Não me admira. – ele volta o rosto para ela e lentamente vai girando o corpo de volta, com a serenidade nos olhos – Agora até porco eu sou. Nunca mereci nada de você. Meus sentimentos não são tangíveis para você. Ninguém os ignora, além de você. Gostaria de saber o segredo para destruir essa escuridão na qual você vive.

– Não há escuridão. – interrupção abrupta.

– Por que você não tem sentimentos? – duro e certeiro.

– Cale-se! Sentimentos! Eu os tenho! Superiores aos seus! Seu… seu… Você fala assim porque eu não sou só mais umazinha que cai nos braços de qualquer homem inteligente, interessante, bonito e de boa conversa que aparece! Eu sei dos meus sentimentos! E eles não são isso que você, como qualquer porco, tem! – os olhos vermelhos saltam, as mãos brancas e finas tremem, os lábios contraídos.

– E agora o porco aqui vai voltar para a sala… fazer de conta, novamente, que não ouviu nada dessa conversa e sorrir para os outros. Estarei lá, tentando esquecê-la. Até… até… Até você voltar a sorrir para mim. Chegar com alguma conversa inocente e boba e me pedir para buscar alguma coisa na cozinha. Ver seu rosto iluminado e alegre enquanto as crianças apresentam a peça. Mas, claro, sem encostar em você, pois se eu tentar segurar a sua mão para descer a escada você me olhará rancorosa e puxará a mão com asco. Esse é o seu amor… Eu não estarei ali naquela sala à sua espera dessa vez. Por isso esse meu “amor de porco” é tão melhor que o seu, eu me apaixono, e do mesmo modo desapaixono. O amor só pode ser compartilhado com quem consegue se desvencilhar dele tão bem quanto a ele se entrega. – palavras pausadas, indiferentes, o oposto do inexplicável.

– Isso não é amor! Viu?! Bem como eu previa, hoje uma, amanhã outra… – a partida dele, para sempre, cala suas acusações desalmadas e insinceras; golpes que não machucam, destroem o que o outro construiu com os próprios sentimentos e com as esperanças que lhe deram.

Para tudo há um tempo. Não há?

Hoje pela manhã, sentei no sofá, com a TV ligada e me diverti muito com a simplicidade de descascar amendoim.
Por instantes parei e lembrei de um balanço colorido (verde, amarelo, vermelho e azul), grande, ali na varanda, aquele sol agradável nas costas… a fôrma de amendoins torrados no colo, os pés que nem alcançavam o chão… o amendoim quentinho, aprendendo a rolá-los entre as mãos para descascá-los. Vinha aquele sorriso doce, deixava sempre eu pegar uns e comer “escondido”… aquele sorriso que ia comigo até a cozinha. Ali, aquela doce arte de fazer cajuzinhos! Deliciosos cajuzinhos! Que eu ajudava a enrolar, com um pouquinho de manteiga nas palmas das mãos, e sempre desviando um ou outro, desde que completasse a bandeja! E colocando em cada um, ali em cima, meio amendoim. Cajuzinhos! Aquela cozinha, aquele balanço, a varanda…
Tempo. Tempo. Tempo.
Não vai, não volta.
Aquele sorriso. Meu, para sempre.
O sorriso que até hoje me inspira a sorrir, como agora.
Depois das festas juninas… a surpresa que encontrei nos amendoins.

Festas Juninas

Ontem, 4 de junho, sempre foi um dia muito especial para mim. Eu, que raramente lembro de datas de aniversários. Não é uma insensibilidade da minha parte, simplesmente um ano entre uma data e a próxima me fazem esquecê-la.

Como comemorei esta data? Comendo pinhão!

Aquelas lembranças tão boas que me perseguem. Festa Junina, para mim, só existia essa dos dias 4 e 7 de junho. Nunca consegui encontrar graça nas outras, nem faço questão delas. Meus dez anos de convivência mais que doce e especial com essas duas pessoas nunca ninguém vai conseguir entender, como sei que nunca ninguém teve igual.

Sim, é algo meu e de mais ninguém. Para alguém extremamente possessiva, isso é muito bom!

Mas, seriam 90 anos… 90 anos! Serão sempre, ano a ano.

Essas coisas são as que ninguém nunca consegue destruir. O que pode ser destruído não me interessa.

(esse parênteses é um parênteses mesmo, tantas coisas aconteceram enquanto eu escrevia este post e tantas aconteceram de ontem para hoje quando já tinha tudo pronto na minha cabeça para escrevê-lo!)

Amor é isso, amar é não destruir.

Crie um website ou blog gratuito no WordPress.com.

Acima ↑